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Entrevista da Semana: Viviane Carvalho - Veterinária

19 de março de 2010

Para fechar nossa semana com chave de ouro, nada melhor que uma entrevista com quem entende do assunto né!! 

A entrevistada de hoje é uma veterinária super simpática que ama sua profissão e lógico os bichinhos!!! 

Espero que gostem assim como eu gostei, com vocês Viviane Carvalho.


Quem é?

Viviane Carvalho tem 27 anos, é graduada em Medicina Veterinária pela Escola de Veterinária da Faculdade de Estudos Administrativos (FEAD).

O que faz?

Trabalha como veterinária em um Pet Shop e o mais legal, atende a domicílio, ela acredita que assim o bichinho fica menos estressado e não precisa sair do ambiente em que está acostumado para uma consulta que às vezes pode ser desagradável.

O que pensa?

Por que escolheu ser veterinária? Tem algum caso engraçado ou curioso sobre a sua escolha?
Viviane:  Na verdade a escolha da minha profissão não foi muito complicada, pois eu tinha a certeza de que faria algo na área de ciências biológicas, então foi mais uma questão de unir a vontade de aprender com o amor que sempre tive com os animais. O mais curioso nesta escolha é que durante a minha infância eu tinha medo de bichos, pois venho de uma família que não tinha animais de estimação, portanto não fui acostumada a conviver com os mesmos. Mas isso não foi impedimento para hoje estar aqui cuidando e amando todo e qualquer animal.

Quando se formou e começou a trabalhar, o seu dia a dia era melhor ou pior do que imaginava? Quais foram às ilusões perdidas e as gratas surpresas?
Viviane: No início me decepcionei muito com a profissão, cheguei a pensar em desistir várias vezes. Trabalhar na área era muito pior do que eu imaginava, principalmente com relação à ética, profissionalismo e remuneração. O mercado de trabalho ainda hoje não valoriza a minha profissão. Mas quando você recebe uma lambida, um carinho ou um afago destes, tem certeza que vem do coração e continua na profissão. A satisfação que sentimos naquele momento é indescritível, e nos faz sentir que toda a caminhada para chegar até aqui valeu a pena. É este amor incondicional que me faz continuar todos os dias.


Qual o seu pet favorito? Por quê?
Viviane: A minha paixão são os cães e os animais silvestres e selvagens. Os cães pela dedicação integral e amor doado a nós humanos, pela inteligência e simplicidade, pois com um olhar eles são capazes de mudar o nosso comportamento. Os silvestres e selvagens pela própria beleza e exuberância.

Qual a maior dificuldade na profissão, o dono ou o cachorro? Por quê?
Viviane: Com certeza o dono, pois eles geralmente não cuidam do animal como deveriam e acham que sabem de tudo. Muitas vezes escondem o que realmente aconteceu, dificultando assim o tratamento. Na verdade muitos não sabem da responsabilidade que vem ao ter um animal. E, portanto não aceitam mudar hábitos e outras pequenas mudanças que indicamos em diversos casos. As vezes não querem gastar com o animal, tanto com relação à higiene quanto com saúde. Animal não é brinquedo e muito menos descartável. Ter um animal exige muita responsabilidade e cuidados diversos.

Quais os principais erros cometidos pelos donos de cachorros? O que você recomenda?
Viviane: Dentre os principais erros estão à medicação com remédios de uso humano, que podem levar até a morte do animal; levar o animal ao Médico Veterinário apenas quando este está muito doente, muitas vezes não conseguimos reverter o quadro, pois o animalzinho já chega muito fraco e não temos tempo suficiente para tratá-lo; bater no animal achando que está ensinando-lhe algo, pelo contrário, o animal entende apenas o sistema de recompensa, que é saudável, indolor e não causa irritação a nenhuma das partes; alimentar o animal com comida humana, esta é uma constante no consultório. Recomendo que as pessoas devem se informar com um Médico Veterinário, antes de terem um pet, para não cometerem erros que podem ser fatais aos animais. E levá-los pelo menos duas vezes ao ano para consultas de rotina; NUNCA medicar o animal por conta própria; assim que detectar algum sinal de doença levar ao Médico Veterinário para que este possa ajudar em tempo hábil; ensinar o que pode e o que não pode ao animal com sistema de recompensa e não agredindo, pois isto é crime e se enquadra na Lei Federal 9605/98  Decreto - Lei 24.645/34; dar a alimentação correta para cada espécie animal e que tenha boa qualidade, pois no mercado existem opções não muito qualitativas.


Qual o pior caso que você já atendeu? E qual o mais curioso?
Viviane: Talvez um dos piores casos que já chegaram para mim, foi uma cadelinha que fugiu e alguém a prendeu num cômodo em construção sem comida e nem água, e a pobrezinha passou tanta fome que começou a se alimentar da própria patinha para não morrer. A patinha teve de ser amputada. Mas apesar da triste realidade vivida pela cadelinha, ela sobreviveu e foi adotada por uma família que ouviu seu choro, fez o resgate e hoje lhe dá muito amor e carinho.
O caso mais curioso que já atendi, foi uma pata que era criada num apartamento e vivia como um cachorro atrás da dona. Neste caso a consulta foi de check-up mesmo.


Por que é necessário levar sempre seu cão ao veterinário?
Viviane: Primeiro por se tratar de um ser vivo que exige tanto cuidado como nós seres humanos, mas o principal é para manter a saúde, pois existem doenças que são silenciosas e podem passar despercebidas pelos donos, e quando diagnosticadas, pode já não haver mais tempo para o tratamento.

Quais os cuidados básicos que se deve ter com um cachorro?
Viviane: Dentre os principais cuidados destacam-se os cuidados com a saúde, como vacinas, vermífugos, exames de controle; a higiene, levar para o banho semanalmente, manter o local onde urinam e defecam sempre limpo, pois animal também não gosta de lugar sujo; cuidados com a alimentação, tipo de ração, a qualidade da mesma; e qualquer dúvida procurar um Médico Veterinário, pois este é o único profissional capacitado para tirar toda e qualquer dúvida sobre os animais.

Digamos que você acabou de comprar ou adotar um cachorro, como escolher um bom veterinário? Quais seriam suas principais perguntas?
Viviane: Da mesma forma que escolhemos nossos médicos, devemos procurar indicações de amigos, familiares e pessoas da nossa confiança, pesquisar sobre profissionais também ajuda, mas a sua decisão deve ser tomada ao conhecer o Médico Veterinário, pois é uma relação de confiança. Deve-se perguntar sobre o estado de saúde em que o animal se encontra, sobre os cuidados básicos citados anteriormente, e o que se deve fazer em casa para adaptar o ambiente à chegada do animal.

Se você tivesse que escolher hoje, novamente, após alguns anos de profissão, ainda escolheria a veterinária?
Viviane: Com certeza, porque é um trabalho gratificante e que envolve um amor incondicional, quem experimenta uma vez não abandona jamais. É como sempre digo para as pessoas “Respeitar os animais é dever de todos, amá-los é privilégio de poucos”. Tenho muito orgulho da minha profissão e da minha relação com os animais, com eles aprendi o verdadeiro sentido do amor, doar sem esperar nada em troca.

Você acha que para ser um bom veterinário basta gostar de animais?
Viviane: Gostar de animais não transforma ninguém em Médico Veterinário, mas com certeza é um pré-requisito que ajuda bastante durante a graduação. Mas deixo claro que este não deve ser o motivo único de escolha da profissão, pois esta exige muito do estudante e durante os 5 anos de estudo, você terá que passar por situações que não lhe agradam nem um pouco, mas fazem parte do aprendizado..

E ai gostaram da entrevista? Viu como a Viviane é uma fofa, e como é importante contratar um profissional realmente experiente na área para que seu bichinho tenha sempre o melhor cuidado e tratamento.

Quem quiser entrar em contato com ela pode ligar para o número (31)8318-2052 ou enviar um e-mail para vivianecarvalho@veterinaria.med.br , ah... além de veterinária ela também é blogueira, para quem quiser conferir http://www.vivivet.blogspot.com/.

Amigo verdadeiro...para refletir!

18 de março de 2010

Ele não te abandona nunca...já você!
Triste, mas muito realista. Assista ao vídeo e tire suas conclusões...


Meu cão já está idoso...o que fazer?

Se você assim como eu já tem um cachorro, saiba algumas dicas de como cuidar do seu bichinho quando ele ficar velhinho!

Por mais que falem que não, eu não acredito. Cachorro tem sentimento sim, também sofre e precisa de cuidados especiais. O Habibi mesmo já passou por cada uma, depressão, pneumonia entre outros sustos que ele adora me dar! Mas tudo vale apena pelo carinho incondicional que eu recebo dele! 

Se você assim como eu gosta de verdade do seu pet, não deixe de ler as dicas abaixo:

Pets: pequeno manual do amigo idoso
Check-up, doenças comuns, comida, rotina: o que você precisa saber para seu bicho de estimação envelhecer bem - por Débora Yuri
A terceira idade ficou mais longa também para os bichos de estimação. Com os avanços da medicina veterinária e a proliferação de especializações da carreira – oncologistas, endócrinos, dentistas, oftalmologistas, homeopatas –, ficou mais fácil dar qualidade de vida aos pets idosos.

“A gerontologia e a geriatria são algumas das áreas veterinárias com maior crescimento nos últimos anos”, diz Ricardo Duarte, coordenador científico do
HOVET Pompeia. “Hoje em dia, detectar uma doença grave não significa mais uma sentença de morte para o animal.”

Mas, afinal, quando eles ficam idosos? “A entrada do
cão na velhice é determinada por seu porte”, diz Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. “Os de raças maiores têm o metabolismo mais acelerado e chegam à terceira idade com 8 anos. Os menores envelhecem mais devagar e são considerados idosos com 10 anos.” Segundo Quinzani, entre os gatos não há diferença, todos ficam idosos aos 8 anos. O diretor calcula que, atualmente, a expectativa de vida de cães grandes é de 10 a 12 anos e de pequenos e médios de 13 a 18 anos. Felinos vivem de 18 a 20 anos. Ou seja: gatos passam mais da metade da vida na terceira idade.

Aumento da expectativa de vida é sinônimo de doenças da velhice (veja quadro abaixo). A boa notícia é que exames e tratamentos para bichos estão mais sofisticados. Porém, exigem do dono uma boa saúde financeira. No
Hospital Veterinário Sena Madureira, há tomografia computadorizada para investigar tumores (a partir de R$ 850), hemodiálise para bichos com insuficiência renal (R$ 700 por sessão), entre outros.

De olho nesse mercado, são criados pacotes de check-up promocionais e planos de saúde por acúmulo de pontos. “O empenho dos donos, e não só os de alto poder aquisitivo, é decisivo para o aumento da sobrevida dos pets”, diz
Vivianne Imagawa, veterinária geriatra do Sena Madureira. 


Doenças que seu pet pode ter 



Felinos: Os tumores mais comuns entre gatos são carcinomas de pele em felinos despigmentados e linfomas.

Catarata: Acontece após os 6 anos em raças pequenas de cães, como poodle, schnauzer e maltês. É raro em gatos.

Colesterol alto: Ocorre em cães obesos e com problema de tireoide. Os schnauzers têm grande predisposição. Não é comum em gatos.

Diabetes: É relativamente comum em ambas as espécies, especialmente fêmeas de raças pequenas.

Insuficiência renal: Ocorre em cães, depois de 10 anos, em todas as raças e tamanhos. Atinge muitos cockers e poodles. Alta incidência em gatos persas e de pelo longo.

Cardiopatias: Comuns em gatos persas e em cães como poodle, yorkshire, cocker e pincher.

Obesidade: Ocorre em cães com alimentação inadequada e falta de exercício físico. Raças com propensão: beagle, labrador, cocker, dachshund e collie. Nos gatos, há maior incidência em raças de pelo curto.

Costas: Problemas na coluna, hérnia de disco e calcificação são comuns em dachshund, pequinês, beagle, poodle, cocker, shitzu, lhasa apso. Bicos de papagaio acometem pastor-alemão, dog-alemão e são-bernardo. O doberman tem predisposição a alterações no final da coluna e os menores no início.
Câncer: É comum depois dos 7 anos. Há predisposição racial. Tumores em rottweiler, fila-brasileiro, bullmastif e mastin-napolitano. Linfomas atingem boxers, golden retrievers e são-bernardos.

Gostou, viu, quando eu falo que eles são igual gente, aposto que vocês riram de mim... Eles também tem doenças assim como nós!!

Não deixe de ler amanhã, a entrevista com a veterinária Viviane 

Qual o melhor cão para o meu estilo de vida?

17 de março de 2010

Antes de comprara ou adotar um cão, você precisar levar em consideração o tipo de raça que melhor se adapta a você e sua família e, é praticamente impossível afirmar, que algumas raças são melhores do que outras como cães de estimação. Qualquer dono ou criador considera seu animal o melhor do mundo!

Antes de decidir qual a melhor raça você, uma boa dica é visitar feiras ou exposições de cachorros, pois lá você poderá ver e conhecer de perto cada raça. Saber especificações como tamanho, cuidados, manejo, temperamento, etc.

Quando for comprar o principal aspecto a se analisar é a idoneidade do criador. Às vezes, compramos um cão achando que ficará pequeno e, quando cresce, fica maior do que esperávamos. Quando ganhamos um cão Sem Raça Definida, na verdade, estamos ganhando uma incógnita (?). Não temos como saber de que tamanho ficará ou muito menos como será seu temperamento, porém, os cães SRD também são adoráveis cães de companhia.

Quando for escolher um cão, além da simpatia que você tem pela raça, é muito importante que você leve em consideração o local em que vive e o seu orçamento familiar. Um cão grande não se adapta em um apartamento pequeno e, um salário pequeno, não sustenta um cão grande. Além disso você deve se perguntar se está disposto a fornecer ao novo membro da família alimentação, saúde e higiene adequadas e, principalmente, muito amor e carinho.

Se você tomar uma decisão coerente e sensata, você será recompensado com um companheiro fiel, devotado e um amigo que não pode ser comparado a nenhum outro. 

Tendo como base quatro perfis distintos de donos, alguns especialistas revelam qual a melhor raça de chachorro para cada dono: crianças, esportistas, solteiros sem tempo livre e gente cuja agenda permite dedicação incondicional ao cão.

Veja em qual categoria você se encaixa e boa escolha!

Quem será o dono do cão:
ALGUÉM QUE PRATICA ATIVIDADES FÍSICAS REGULARES
Perfil de cão mais indicado nesse caso, segundo os especialistas Compensa escolher uma raça "atlética", cujos cães sobressaiam pela boa resistência e o apreço a exercícios físicos – eles se tornam companheiros em corridas e caminhadas.



Raças sugeridas:
BORDER COLLIE 

Altura máxima: 53 centímetros
Comentário dos especialistas: Entre as duas raças indicadas, é definida como a "mais independente". Leia-se: em sua ausência, suportará bem os momentos de solidão. 










PASTOR DE SHETLAND


Altura máxima: 40 centímetros
Comentário dos especialistas: É um cão inteligente, mas mais arredio a estranhos do que o border collie. Se sua intenção for compartilhar de outras companhias enquanto pratica esportes, melhor pensar duas vezes antes de optar por essa raça.














Quem será o dono do cão: UMA CRIANÇA
Perfil de cão mais indicado nesse caso, segundo os especialistas: Procure uma raça que sobressaia pelo temperamento calmo e tolerante, capaz de ignorar os possíveis excessos infantis com a placidez de um monge budista.

Raças sugeridas:
SHIH TZU 


Altura máxima: 30 centímetros
Comentário dos especialistas: 
Por ser menor e mais frágil do que o labrador, esse pequeno cão forma bom par com crianças menos agitadas. Um detalhe que não deve ser desprezado na hora da compra: seus pêlos (longos e lisos) demandam escovação diária.








LABRADOR 

Altura máxima: 55 centímetros
Comentário dos especialistas: Reage bem às brincadeiras infantis (mesmo às menos delicadas) – é, também, fisicamente mais resistente a elas do que o shih tzu. 






Quem será o dono do cão: UMA PESSOA QUE MORA SOZINHA E NÃO DISPÕE DE MUITO TEMPO LIVRE
Perfil de cão mais indicado nesse caso, segundo os especialistas: Mire numa das raças que reagem bem ao se ver sozinhas em casa e exigem menos cuidados.

Raças sugeridas: 
BULLDOG INGLÊS

Altura máxima:
35 centímetros
Comentário dos especialistas: Esse cão encara bem a rotina em apartamento: não ocupa muito espaço e é silencioso em comparação com outras raças. Perfeito, portanto, para uma vida cercada de vizinhos. 





SCHNAUZER (gigante) 


Altura máxima: 70 centímetros
Comentário dos especialistas: Trata-se de uma raça que tira a solidão de letra. Cuidado para não levar as versões "standard" e "anã" (da mesma raça): elas, sim, exigem atenção permanente. Duas vezes maior do que o bulldog inglês, vive melhor em lugares amplos.
Gente, não preciso nem comentar né!!! Os meus são esses "anõezinhos" ai...vivem numa carência!!!



Quem será o dono do cão: UMA PESSOA COM TEMPO LIVRE E PACIÊNCIA DE SOBRA

Perfil de cão mais indicado nesse caso, segundo os especialistas: Cachorros pequenos e dependentes do contato humano. Eles não desgrudam de seus donos, de quem pedem cuidados diários

Raças sugeridas: 

PUG 

Altura máxima: 28 centímetros

Comentário dos especialistas: Raça cheia de manias: detesta ambientes abafados e fica indócil quando embarca em longas viagens de carro ou de avião. 





MALTÊS 

Altura máxima: 20 centímetros

Comentário dos especialistas: O ápice de alegria para esse cão é passar horas a fio nos braços do dono – em silêncio. Ao comprar um maltês, é bom estar informado de que seus pêlos brancos e brilhantes são fruto de escovações diárias.



Agora que você já sabe a melhor raça para seu estilo de vida é só aproveitar o que de melhor esses bichinhos tem a oferecer!!!




 
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